Entre as coisas que me incomodam no futebol, principalmente nos grandes clubes, são as contratações que eu diria ‘sem fundamento’, aquelas que não vêm nem para preencher uma lacuna de elenco nem ao menos melhorar a qualidade do atual. A contratação de Fábregas pelo Barcelona se enquadra nesta categoria.
Em primeiro lugar, porque para mim não há outro nome senão tolice essa obsessão do time catalão pelo jogador. Em segundo, é difícil imaginar mudanças na equipe titular, que teria que se ajustar (muito) apenas para proporcinar a entrada do camisa 4.
Vamos às possibilidades (parto do pressuposto, notavelmente observado nas últimas temporadas, que Busquets, Xavi e Iniesta são intocáveis neste time). Mantido o tradicionalíssimo 4-3-3, a única alternativa seria deslocar Iniesta para a ponta direita, no lugar de Pedro (ou de Alexis Sanchéz?!), com Fábregas entrando no time como meia pela esquerda.
Uma segunda alternativa seria o 4-2-3-1 já testado na temporada 2009/2010, com a diferença de que Messi seria o ‘centroavante’, ao invés do meia pelo centro como foi na citada temporada. Assim, Busquets e Fábregas seriam a dupla de volantes, com Iniesta, Xavi e Pedro (ou Alexis Sanchéz) como articuladores.
Uma terceira, mais radical, seria o 3-4-3 testado em alguns momentos da temporada passada. Neste, Busquets poderia ser recuado como líbero, Fábregas e Xavi a dupla de volantes, Abidal e Daniel Alves nas alas, e no trio de ataque, Iniesta pela ponta esquerda (Villa ou Pedro cederiam espaço, neste caso). Teoricamente, este poderia até jogar na meia esquerda, embora não o tenhamos visto jogar nesta posição especificamente ainda.
Fato é, percebe-se, que a chegada de Alexis Sanchéz já nos forçou a especular como jogaria este time. Mais complicado ainda o fazer após a chegada de Fábregas. O ponto de equilíbrio, no entanto, é o talento de Pep Guardiola à frente de seu time, que a cada ano de seu comando trouxe mudanças positivas para a equipe.
Ele pode até fazer com que tantos excelentes jogadores consigam atuar (e bem) juntos. Mas certamente concordaria que, entre todas as posições de seu elenco, o que ele menos precisava era um meia.
Em primeiro lugar, porque para mim não há outro nome senão tolice essa obsessão do time catalão pelo jogador. Em segundo, é difícil imaginar mudanças na equipe titular, que teria que se ajustar (muito) apenas para proporcinar a entrada do camisa 4.
Vamos às possibilidades (parto do pressuposto, notavelmente observado nas últimas temporadas, que Busquets, Xavi e Iniesta são intocáveis neste time). Mantido o tradicionalíssimo 4-3-3, a única alternativa seria deslocar Iniesta para a ponta direita, no lugar de Pedro (ou de Alexis Sanchéz?!), com Fábregas entrando no time como meia pela esquerda.
Uma segunda alternativa seria o 4-2-3-1 já testado na temporada 2009/2010, com a diferença de que Messi seria o ‘centroavante’, ao invés do meia pelo centro como foi na citada temporada. Assim, Busquets e Fábregas seriam a dupla de volantes, com Iniesta, Xavi e Pedro (ou Alexis Sanchéz) como articuladores.
Uma terceira, mais radical, seria o 3-4-3 testado em alguns momentos da temporada passada. Neste, Busquets poderia ser recuado como líbero, Fábregas e Xavi a dupla de volantes, Abidal e Daniel Alves nas alas, e no trio de ataque, Iniesta pela ponta esquerda (Villa ou Pedro cederiam espaço, neste caso). Teoricamente, este poderia até jogar na meia esquerda, embora não o tenhamos visto jogar nesta posição especificamente ainda.
Fato é, percebe-se, que a chegada de Alexis Sanchéz já nos forçou a especular como jogaria este time. Mais complicado ainda o fazer após a chegada de Fábregas. O ponto de equilíbrio, no entanto, é o talento de Pep Guardiola à frente de seu time, que a cada ano de seu comando trouxe mudanças positivas para a equipe.
Ele pode até fazer com que tantos excelentes jogadores consigam atuar (e bem) juntos. Mas certamente concordaria que, entre todas as posições de seu elenco, o que ele menos precisava era um meia.

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