Apesar dos 3x0 no último jogo pela Copa Sulamericana, o São Paulo não fez uma boa partida, como não fez também no jogo de ida. Mas o que explica, então, a vitória do time do Morumbi? A meu ver, uma única circunstância da partida: o primeiro gol.
A tônica do primeiro tempo foi um São Paulo completamente anulado pelo time cearense, com a evidente falta de um ‘pensador’ no seu meio de campo. Este tipo de jogador, diga-se, nunca foi uma necessidade prioritária no time paulista (lembre-se que o time campeão brasileiro em 2008 não tinha nenhum jogador com essa característica), mas ficou muito clara no duelo desta quarta-feira. Apesar da boa movimentação, especialmente de Fernandinho e Dagoberto, o que acontecia quando a bola chegava nos dois? O time acelerava. E quando chegava em Lucas? De novo, o time acelerava. Porém, sem um jogador de referência, a equipe apenas circundava a área, sem penetração. As aproximações dos laterais – raras, outra deficiência do time – também não eram produtivas, pela mesma razão.
No segundo tempo, entretanto, é que sobressaíram as virtudes do São Paulo. A primeira delas, o bom elenco que possui, que se não é equilibrado, traz boas opções para o técnico Adilson Batista. O gol de Cícero deu margem, assim, ao cenário mais favorável para o time tricolor: a possibilidade de acelerar e contra-atacar.
E como é veloz! Não sou um admirador do futebol de Lucas, porque acredito que tem limitações técnicas para ser meia, mas é inegável sua letalidade quando possui espaço para avançar coma bola dominada. E foi explorando essa característica é que nasceu o terceiro gol, que sacramentou a classificação do time do Morumbi às oitavas de final.
Fato é que essa distinção dos dois tempos retrata bem as oscilações deste time. O São Paulo precisa de um meia? Não. Precisa encontrar uma maneira de encontrar espaços quando não há, para usufruir de sua mais forte característica: sua velocidade.
Obs: Rivaldo, na minha opinião, não deve ser titular. E não deve jogar todos os jogos, ainda que se diga preparado, pois seguramente não suportaria o excessivo número de jogos. Ele deve ser aproveitado em algumas situações de jogo, já que, jogando como meia, cadencia em demasia o jogo; contrastando não só com o time, mas com a maneira como o próprio Adilson gosta de montar suas equipes.
A tônica do primeiro tempo foi um São Paulo completamente anulado pelo time cearense, com a evidente falta de um ‘pensador’ no seu meio de campo. Este tipo de jogador, diga-se, nunca foi uma necessidade prioritária no time paulista (lembre-se que o time campeão brasileiro em 2008 não tinha nenhum jogador com essa característica), mas ficou muito clara no duelo desta quarta-feira. Apesar da boa movimentação, especialmente de Fernandinho e Dagoberto, o que acontecia quando a bola chegava nos dois? O time acelerava. E quando chegava em Lucas? De novo, o time acelerava. Porém, sem um jogador de referência, a equipe apenas circundava a área, sem penetração. As aproximações dos laterais – raras, outra deficiência do time – também não eram produtivas, pela mesma razão.
No segundo tempo, entretanto, é que sobressaíram as virtudes do São Paulo. A primeira delas, o bom elenco que possui, que se não é equilibrado, traz boas opções para o técnico Adilson Batista. O gol de Cícero deu margem, assim, ao cenário mais favorável para o time tricolor: a possibilidade de acelerar e contra-atacar.
E como é veloz! Não sou um admirador do futebol de Lucas, porque acredito que tem limitações técnicas para ser meia, mas é inegável sua letalidade quando possui espaço para avançar coma bola dominada. E foi explorando essa característica é que nasceu o terceiro gol, que sacramentou a classificação do time do Morumbi às oitavas de final.
Fato é que essa distinção dos dois tempos retrata bem as oscilações deste time. O São Paulo precisa de um meia? Não. Precisa encontrar uma maneira de encontrar espaços quando não há, para usufruir de sua mais forte característica: sua velocidade.
Obs: Rivaldo, na minha opinião, não deve ser titular. E não deve jogar todos os jogos, ainda que se diga preparado, pois seguramente não suportaria o excessivo número de jogos. Ele deve ser aproveitado em algumas situações de jogo, já que, jogando como meia, cadencia em demasia o jogo; contrastando não só com o time, mas com a maneira como o próprio Adilson gosta de montar suas equipes.
Muito bem observado Fefo!
ResponderExcluirÓtimo post!!!!